Gingerbread house for Christmas

gingerbread house
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This Christmas I decided to try out my first gingerbread house.

I’ve done so many Christmas projects! A pom-pom wreath for the door, the decorations for the Christmas tree, advent calendars, there are a series of handmade Christmas adventures on the blog that you can check out and try. Right now I don’t really need anything else for my home since we spent so much time inside doors this year, I really wanted a handmade adventure to bring me the Christmas spirit that I usually absorb from these projects.So this Christmas I decided to try out my very first gingerbread house.

The myths


My intention was to make a small house. But when I started making it, I realized that this will be a proper sized one!
To tell you the truth, this little experiment has dispelled many myths! The gingerbread house dough is very resistant and the gingerbread house icing, if done properly, is a very strong cement. It also is a decorative forgiving plaster that goes very well into the hands of an humble apprentice. Both make gingerbread houses much more resilient than you think!

Gingerbread house frosting


As I am not a fan of gingerbread houses full of candy and strong colors, I opted for the “basic” gingerbread house decorations. I just used icing that gives it a somewhat minimalist look. At least I did not want to venture into big juggling right on my first try … ah, but the maternal grandfather’s genetics that I preserve inside me (fantasy enthusiast) couldn’t resist adding at least a few windows glass using gelatin sheets… just to keep the cold outside!

Overall I am very proud if it and I assume that I will make more in the following years.

I wish you a different but merry Christmas, with the light that is missing in the streets emanating, this time, from the inside out.

gingerbread house
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Rudolph in a Snowstorm

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2020 tem sido um reboliço para todo o mundo.

Desde os incêndios na Austrália, às eleições americanas, passando pelas manifestações contra o racismo que não se compreendem em pleno século XXI e por uma pandemia mundial que ainda terá muitas repercussões, 2020 é o ano que todos iremos lembrar pelas melhores e piores razões. Foi um ano intenso. E o que mais me tem ajudado a controlar alguma ansiedade que advém deste tipo de situações (acho que todos sabemos o que isso é de momento) foi minimizar tudo ao essencial em todos os aspectos do meu dia-a-dia. Até o Natal este ano será é modo “menos é mais”. Desde aos eventos, passando pelos presentes, pela confusão, as decorações e os calendários de advento, em casa está tudo reduzido às coisas com maior significado. É triste, mas, ao mesmo tempo pertinente.
Por isso os meus postais de Natal não podiam representar melhor a simplicidade e, ao mesmo tempo, esta sensação de tempestade de neve que todos temos sentido nos últimos tempos. Este ano, mais do que nunca, estes postais unem corações: o meu e o daqueles com quem não poderei estar presencialmente.

This has been a heck of a year for the whole world.

From the fires in Australia, to the American elections, the outbreaks against racism that I simply not understand in the context of the 21st century, and going through a global pandemic that will still have repercussions from now on, 2020 is the year that we will all remember. For the best and worst reasons, it was an intense year. And what has helped me most to control some anxiety that comes from these types of situations (I think we all know what that is at the moment) was to minimize everything to the essential in all aspects of my daily life. Even Christmas this year it will be under the “less is more” mood. From events to gifts, confusion, decorations and advent calendars, at my home everything is reduced to things with greater meaning. It is sad… but at the same time very pertinent.
That is why my Christmas postcards could not better represent the simplicity and, at the same time, this sensation of snowstorm that we have all felt recently. This year, more than ever, these cards unite hearts: mine and those with whom I will not be able to be in person.
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This Christmas, I donated my hair

 
 
 
 
 
 
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Sim, eu doei o meu cabelo.

Este ano deixei o meu cabelo crescer mais do que o habitual para poder cortá-lo e doar um bom comprimento. Infelizmente há um grande número de motivos para que muitas mulheres e meninas percam o seu cabelo em momentos difíceis. É transversal o sentimento de impotência face a tantas condições médicas e ultrapassa-nos a total compreensão das suas consequências. Durante anos a fio cortei o meu cabelo como um acto de cuidado pessoal. O cuidado com aquela que queria que fosse a minha imagem e por respeito a mim própria. Por mais difícil que nos pareça compreender: cuidar de nós é a melhor maneira de cuidar bem dos outros. Contudo, embora consciente do cuidado que dava ao cabelo que trazia comigo, sempre me desprendi da sorte daquele que ficava caído no chão do cabeleireiro. Nunca pensei muito nisso. Ao longo da vida, já devo ter cortado alguns metros de cabelo… Este ano, permiti-me esmerá-lo com um cuidado especial para que crescesse saudável por mais alguns centímetros. Hoje está a caminho das mãos empenhadas de artesãos e, em conjunto com o de outros dadores, fará, gratuitamente, mais claros o tempos difíceis de uma qualquer pequena princesa que dele precisar! Afinal, eu ia cuidá-lo e cortá-lo de qualquer forma, mais cedo ou mais tarde… Mas dei por mim mais presa ao meu cabelo do que nunca. Concedo-o neste Natal, representando um pouco do melhor de mim. Feliz Natal!

 

 
 

Yes, I donated my hair.

This year I let my hair grow longer than usual so I could cut it and donate a proper length. Unfortunately there are a number of reasons why many women and girls lose their hair in such difficult times. The feeling of powerlessness regarding so many medical conditions is transversal to us all, and its consequences are beyond our full comprehension. For years I cut my hair as an act of personal care for what I wanted my image to be and out of respect for myself. As hard as it may seem to us to understand: taking care of ourselves is the best way to take good care of others. However, although I was aware of the care should give to the hair I bring with me, I wasn’t aware of the fate of the one lying on the hairdresser’s floor. I never thought much about it . In the course of my life, I must have cut a few feet of hair… This year, I allowed myself to take care of it with a special care so that it grew healthy for a few more inches. Today it is on its way to the committed hands of artisans and, together with other donotaions, will bring some joy to any little princess in need of a wig! After all, I was going to take care of my hair it and cut it anyway, sooner or later… But I found myself more attached to my hair than ever. I am deeply happy to share a little bit of my best this Christmas. Merry Christmas!
 

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Plastic free christmas wrapping!

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Estamos nas vésperas de Natal e é dia de embrulhar os últimos presentes! Desde o ano passado que eu não compro mais papel de embrulho. Tenho gasto os restos que ainda tenho e, sempre que preciso de algo novo, uso o meu rolo de papel para criar algo único com os meus carimbos. Este ano ofereceram-me um carimbo com um pequeno floco de neve que usei para carimbar todo o meu papel. Como disse aqui, ainda não me sentia absolutamente satisfeita com os meus embrulhos de Natal e por isso tenho pensado em formas de melhorar.  Este ano, para além do meu papel de embrulho versátil, feito à mão e sem químicos nem plásticos, aboli também a tradicional fita-cola. Porque não é reciclável e existem opções bem mais sustentáveis. Optei por uma fita cola de papel kraft (livre de solventes e ecológica). Disse não aos laços de fita de plástico e optei ou por fio twine ou por fio “do norte”, um fio de linho 100% natural e biodigradável. Acrescentei uma pequena porção de pinheiro (também ela biodegradável) para dar vida, e uma etiqueta de papel reciclado em vez de uma plastificada e autocolante. Na verdade, à parte a fita de papel Kraft eu não comprei nada para embrulhar os meus presentes o que me deixou muito contente e me poupou algum dinheiro. E eu acho que os meus presentes estão fabulosos!

 

Aqui estão mais 4 opções zero plástico para embrulhar presentes de Natal para acrescentar às minhas 52 experiências sem plástico! As restantes ficam para o início do novo ano!!

 

It’s almost Christmas eve and it’s time to wrap all the presents! I never bought any wrapping paper again… I’ve spent the remains I still have and whenever I need something new, I simply use my blank roll of paper to create something unique with my stamps. This year I was offered a snow flake stamp which I used to stamp all my wrapping paper for christmas. As I said before, I still did not feel absolutely satisfied with my Christmas wrapping and so I’ve been thinking of ways to improve it. This year, in addition to my versatile, hand-made and chemical and plastic free wrapping paper, I also abolished the traditional plastic tape. This thing is not recyclable and there are much more sustainable options. I opted for a kraft paper tape (solvent-free and eco-friendly). I also said no to traditional plastic ribbons and I chose either twine or a 100% natural and biodegradable linen yarn. I added a small portion of pine (also biodegradable) to give some joy to my presents, and a label of recycled paper instead of a laminated sticker. Actually, besides the kraft paper  tape I didn’t buy anything to wrap any of my Christmas presents which made me very happy and saved my a lot of money. And I think my presents are absolutely stunning!
 

 

Here are 4 more plastic free Christmas wrapping swaps to add to my 52 challenge! I will share the rest on the first days of 2020!
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