Camisola de tricô a partir de um modelo gratuito

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O inverno está para ficar: frio e chuvoso! E a minha afilhada não pára de crescer. Ela precisa de roupa, em especial de uma camisola de tricô quente e confortável que a aqueça quando anda a explorar a estação fria.

Por isso resolvi fazer-lhe uma camisola de tricô com o modelo gratuito da Flax Light da The Simple Collection pela Tin Can Knits. É uma camisola com corte básico que faz deste modelo muito versátil. A camisola é tricotada sem costuras desde o colarinho. É bem capaz de ser o projecto perfeito para a nossa primeira camisola em tricô. Para tricotar a camisola usei dois novelos Cool Wool Big Color da  Lana Grassa que trouxe de Delft. Um fio 100% lã merino muito macia, perfeita para crianças. 

Fiz o tamanho 1-2 anos porque acho que é possível prolongar o tempo de uso destes projetos. Temos apenas de ter o cuidado de usar um bom fio e um bom modelo. Optar por um modelo básico que fique bem tanto mais largo como mais justo faz com que a margem de erro seja generosa. Assim é possível adaptar o uso das peças durante mais tempo. Sobretudo numa época em que as crianças crescem a olhos vistos. Eu diria que quase de uma semana para a outra. Assim, com sorte, a camisola vai servir-lhe bem durante esta estação, para a próxima também. E quem sabe mais qualquer coisa! 

O modelo está muito bem desenhado e é muito fácil de seguir. Uma grande vantagem deste modelo é que tem tamanhos que vão desde o bebé até ao adulto. Além disso é um modelo unissexo simples e versátil. Isto significa que facilmente podemos tricotar um “matching set” para toda a família. No mínimo um “matching set” do tipo “mãe e filha” ou “pai e filho”. Basta escolher a lã e as cores que agradem mais a cada um dos membros da família!

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Casinha de gengibre neste Natal

gingerbread house
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Este Natal resolvi aventurar-me na minha primeira casinha de gengibre.

Já fiz tantos projetos de Natal! Desde uma coroa de pom-pom para a porta, as decorações para a árvore de Natal, os calendários de advento… Enfim, há uma série de aventuras natalícias feitas à mão no blog que podem experimentar. Neste momento não preciso propriamente de mais nada em casa. Mas confesso que, logo este ano que passamos tanto tempo dentro de portas, eu queria algo feito à mão. Estes projectos trazem-me sempre o espírito de Natal mesmo quando ele teima em não aparecer. Por isso, este Natal resolvi aventurar-me na minha primeira casinha de gengibre.

Os mitos


A minha intenção era fazer uma casinha pequena. Só quando comecei a fazer a receita é que me apercebi… Não, pela quantidade de massa esta vai ser uma casa de gengibre como deve de ser! 
Para dizer a verdade esta pequena experiência desfez muitos mitos. A massa das bolachas de gengibre é muito resistente. E o icing, se for feito devidamente é um cimento muito potente e um estuque decorativo “misericordioso” que cai bem nas mãos dos humildes aprendizes. Ambos fazem com que as casinhas de gengibre sejam muito mais resilientes do que se imagina!

Decoração da casinha de gengibre


Não sou adepta das casas de gengibre cheias de gomas e cores fortes.Por isso optei pela versão “básica” da bolacha de gengibre decorada apenas com icing e que lhe dá um ar minimalista. Pelo menos eu não queria aventurar-me em grandes malabarismos logo na primeira tentativa… Ah, mas a genética do avô materno que preservo dentro de mim (entusiasta das fantasias) não resistiu a acrescentar-lhe uns  vidros nas janelas usando folhas de gelatina. Só para não deixar o frio entrar! 

Fiquei muito orgulhosa do resultado desta aventura e acho que vou repetir nos próximos anos!

Desejo-vos um Natal diferente, com a luz que falta nas ruas a emanar, desta vez, de dentro para fora.

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Era uma vez uma tempestade de neve chamada 2020!

christmas postcards
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2020 tem sido uma tempestade de neve!

Foi um ano e pêras para o mundo inteiro! Ainda me lembro de ter pensado nos meus projectos para o novo ano, mais ou menos por esta altura, no ano passado. Esperamos sempre que o novo ano seja “aquele”. Não esperamos que haja nevoeiro, ventos fortes, como uma tempestade de neve que nos cega.

Desde os incêndios na Austrália, às eleições americanas. As manifestações contra o racismo que não se compreendem em pleno século XXI. Passando por uma pandemia mundial que ainda terá muitas repercussões. 2020 é o ano que todos iremos lembrar pelas melhores e piores razões. Foi um ano intenso. E o que mais me tem ajudado a controlar alguma ansiedade que advém deste tipo de situações (acho que todos sabemos o que isso é de momento) é minimizar ao essencial todos os aspectos do meu dia-a-dia. Este ano, até o Natal será em modo “menos é mais”. Desde aos eventos, passando pelos presentes, pela confusão, as decorações e os calendários de advento. Em casa está tudo reduzido às coisas com maior significado. É triste, mas, ao mesmo tempo muito pertinente.

Por isso os meus postais de Natal não podiam representar melhor a simplicidade e, ao mesmo tempo, esta sensação de tempestade de neve que todos temos sentido nos últimos tempos. Este ano, mais do que nunca, estes postais unem corações: o meu e o daqueles com quem não poderei estar presencialmente.

christmas postcards

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Pára-vento na praia… e feito à mão!

handmade windbreaker

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Aqui usamos pára-vento!

Quem vive no norte de Portugal sabe que precisa de um pára-vento na praia. Aqui pode contar-se com vento forte vindo de norte durante a tarde. A chamada Nortada. Não é uma verdade absoluta para todos os dias. Mas também há dias em que há vento norte o dia todo!
Ora, cá por cima ninguém deixa de ir à praia por causa disso. Vento não é nada que não se resolva com um belo pára-vento. Tem é de ser bonito!

Há uns anos, passei uma semana de férias no Algarve no início de Junho. Por norma, o vento lá não se faz sentir muito forte. Contudo, naquela semana não se via ninguém na praia porque quem chegava era desencorajado por um vento que não é habitual. Felizmente, nós temos o nosso pára-vento sempre a postos na mala do carro. Por isso pudemos fazer praia com toda a comodidade.

Então eu fiz o meu.

Infelizmente cada vez é mais difícil encontrar bons pára-ventos. Os melhores têm espias de madeira mas geralmente vêm em padrões pouco atractivos. Os mais bonitos (que normalmente estão nos supermercados) têm espias de metal desdobráveis que acumulam areia, vergam e enferrujam.

Face às duas possibilidades optei pelos que têm espias de madeira. Mas tive de me contentar com um padrão liso num tecido de fraca qualidade. Infeliz ou felizmente o tecido era tão fraco que acabou por romper no local onde encaixam as espias pelo que ficou inutilizado. Mas as espias de madeira estavam novas e tinham muito potencial… Por isso arregacei as mangas, comprei um pedaço de chita e fiz o meu próprio pára-vento. O tecido é bem mais resistente, bonito. E como é bastante original é muito fácil localizar o meu pára-vento quando os amigos se juntam a nós na praia. Aliás, é essa a estratégia nortenha oficial para encontrar alguém na praia: procurar pelo pára-vento.

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