Low plastic snacks for the everyday

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A propósito da minha nova aventura de redução do plástico, a MyNinho convidou-me para fazer mais um workshop, e desta vez, sobre Snacks Zero Plástico: snacks para levar para todo o lado, sem embalagem de plástico.

Entre as receitas que vou ensinar estão os segredos das minhas saborosas barritas de cereais e frutos secos! Uma grande vantagem das opções sem plástico é que nos permite controlar melhor as quantidades que ingerimos adaptando-as ao nosso organismo, escolher os ingredientes que queremos usar e ser conscientes sobre a sua embalagem, evitando o plástico e obrigando-nos a ser criativos.

Vem partilhar connosco as receitas, as ideias de embalagem e formas de tornar mais atraentes os snacks saudáveis para nos e para o ambiente.

O workshop será no próximo dia 23 de fevereiro no MyNinho e as inscrições já estão abertas!

With my new adventure of reducing plastic in mind, MyNinho invited me to do another workshop, and this time I will share everything about Zero Plastic Snacks: snacks to take everywhere, without plastic packaging.

Among the recipes I am going to teach are all the secrets of my tasty cereal and nut bars! A great advantage of the options without plastic is that it allows us to better control the quantities that we ingest by adapting them to our organism, to choose the ingredients that we want to use and to be conscious about its packaging, avoiding the plastic and forcing us to be creative.
Come share with us the recipes, packaging ideas and ways to make healthy snacks more appealing to us and the environment.
The workshop will be on February 23 at MyNinho and the registrations are now open!
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Workshop on… small goals!

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Como vos falei no último post, este fim de semana liderei um workshop sobre coroas de Natal feitas à mão com materiais naturais no MyNinho, da Ana Paula.

 

Devo dizer que estava receosa porque não sabia o que eu poderia ter para oferecer… tudo o que faço aqui aprendi de forma autodidata e não me considero especialista em nada. A única coisa em que me tornei especialista foi em colocar mãos à obra e em gerir bem os projectos em que me envolvo.

 

Ouço vezes sem conta as pessoas dizerem “não tenho jeito”, “não sei fazer” e fico a pensar se este dom que tenho seja um talento e não mais do que isso. Mas é então que olho para trás e começo a refletir no caminho que fiz até agora: este blog é, sem sombra de dúvidas, o repositório das minhas evoluções, dos meus progressos naqueles que são os projectos em que eu não sou, de todo, especialista. Isto de “ter jeito” é algo que requer alguma sensibilidade é certo, mas muito do que está por trás do sucesso é a versão mais genuína do trabalho: a prática, o empenho e a dedicação. Se muitas vezes achamos que no nosso meio profissional as coisas não são tão literais, se eu pensar nos pequenos e grandes projetos que fiz aqui, convosco, a maior parte das vezes a regras do jogo são sempre as mesmas: 99% de transpiração e 1% de inspiração. A inspiração pode, porém ser determinante no trabalho e parecer 200%, enquanto os 99% de transpiração envolvem alguma organização e gestão que, se bem conduzida e prazerosa, nos parece apenas 2%. Qualquer um de nós se sente esmagado por um grande projecto no qual não tem qualquer experiência. Mais ainda se ele requer algum investimento a diversos níveis. O primeiro instinto é dizer precisamente que não temos jeito. Isso acontece porque estamos a sair da nossa zona de conforto! Mas não há nada que não se faça: basta transferir a energia envolvida nesse receio todo em dividir o desafio em pequenas metas e depois fazer uma de cada vez, tal como um bebé que aprende a caminhar.

 

Ora neste workshop, mais do que fazer uma série de coroas de Natal (e outras nem tanto…) o importante para mim foi passar esta mensagem às minhas queridas “alunas”: procurar inspiração, desconstruir o projecto em partes e por fim em materiais. Uma espécie de engenharia inversa que torna qualquer grande desafio em simples metas alinhadas como um colar de contas. Foi um grande prazer para mim, gostava muito de voltar a ensinar workshops!

 

As I told you in the last post, this weekend I led a workshop on handmade Christmas wreaths made with natural materials, in Ana Paula’s MyNinho.

 

I must say: I was afraid of the challenge because I did not know what I could have to offer… everything I do here I learned in a self-taught way and I do not consider myself an expert at anything. The only thing I have become a specialist in is putting my hands to work and managing well the projects in which I am involved.

 

I often hear people say “I can’t do this”, “I do not know how” and I wonder if this gift I have is a talent and not more than that. But it is then that I look back and start to reflect on the path I have taken so far: this blog is, without a doubt, the repository of my evolutions, my progress in those projects that I am not, at all, a specialist. This “know how” is something that requires some sensitivity, for sure, but much of what is behind success is the most genuine version of work: practice, commitment and dedication. While we often find that in our professional environment things are not so literal, if I think about the small and big projects I have done here, with you, most of the times the rules of the game are always the same: 99% perspiration and 1% inspiration. Inspiration can, however, be so decisive that seem like having 200% impact, while 99% perspiration can be so enjoyable that seems to us only 2% of the pack. Everyone feels crushed by a major project in which we have no experience. Even more if it requires some investment at various levels. The first instinct is to say precisely that we can’t do it. This is because we are coming out of our comfort zone! But there is nothing that can not be done: just transfer the energy involved in this fear into splitting the challenge into small goals and then go into one at a time, just like a baby who learns how to walk.

 

Well, during this workshop, more than making a number of Christmas wreaths (and some not so much christmas…), the important thing for me was to pass this message on to my beloved “students”: to seek inspiration, to deconstruct the project in parts and finally in materials. A kind of “reverse engineering” that turns any big challenge into simple goals aligned like a beaded necklace. It was a great pleasure for me, I really enjoyed teaching and hope to teach workshops again!
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DIY chalkboard: “Be our guest!”

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Eu gosto de receber bem. Acredito que faz muita diferença quando os nossos anfitriões nos fazem sentir em casa, confortáveis. Sair do nosso espaço pessoal, ainda que seja por razões de lazer, cria sempre uma pequena agitação por isso, sermos recebido num espaço confortável e acolhedor faz muita diferença na nossa atitude para com a experiência em questão quer seja ela de lazer, profissional ou outra. Nós temos um pequeno quartinho com diversas funções e que é também onde recebemos os nossos amigos sempre que vêm para ficar connosco. É um quarto decorado de forma muito simples mas ao qual eu queria dar uma pontada de conforto. Então, e em vez de acrescentar mais uma das minhas pinturas ao espaço (que também é muitas vezes usado para pintar, resolvi inspirar-me na onda DIY e dar uma volta a uma moldura básica do IKEA e transformar-a num quadro de giz onde posso personalizar uma mensagem para aqueles que nos vierem visitar.

Comprei esta moldura a um preço muito convidativo e, como queria que fosse o ponto de interesse na parede, optei pelo maior tamanho disponível: 50cm x70 cm. Usei o vidro para usar como paleta, base de secretária, entre outros usos e dei uso aquela placa de contraplacado que geralmente fica nas costas das molduras. Em primeiro lugar lixei-a um pouco com lixa de pintor para que ficasse o mais macia possível para receber tinta. Depois pintei-a com três demãos de tinta “chalkboard” ou tinta de ardósia disponível em lojas como o AKI ou semelhantes. Por fim, quando a placa ficou bem seca, passei uma camada de giz, um processo chamado de “seasoning” que serve para fazer com que o giz entre nos poros da tábua e, ao apagar, fique com o aspecto dos quadros de giz antigos.
E por fim dei asas à imaginação para escrever no meu novo quadro de giz! Mais, ele combina bem com as minhas almofadinhas de cheiro “Tide Pool” que eu usei para aromatizar as gavetas do quarto de hóspedes.

O interessante neste quadro é podermos adaptar o que escrevemos às pessoas que vamos receber para que se sintam especialmente bem recebidas. Mas nos momentos em que não tenho hóspedes, a frase que costuma lá estar escrita é “Be our guest!”, a famosa música cantada pelo Lumière, o candelabro do filme “ A Bela e o Monstro” da Disney, aquele que é o meu absoluto favorito de tooooodos os filmes de animação da Disney!

Nota: Por falar nisso, devo confessar que o filme “live-action” foi uma desilusão para mim a vários níveis. Por exemplo, apesar de gostar muito muito do trabalho da Emma Watson, acho que não que não foi a escolha perfeita para o filme… que pena!

I like to be a good host. I believe it makes a lot of difference when our hosts make us feel at home, comfortable. Getting out of our personal space, even for leisure reasons, always creates a small agitation so, being welcomed in a comfortable and welcoming space makes a lot of difference in our attitude to the experience in question whether it is leisure, professional or other. We have a small room with several functions and that is also where we receive our friends whenever they come to stay with us. It is a room decorated very simply but to which I wanted to give a touch of comfort. So, instead of adding one more of my paintings to the space (which is also often used for painting, by the way) I decided to inspire myself in the DIY wave and transform a basic IKEA frame into a chalkboard where I can customize a message for those who come to visit.

I bought this frame at a very inviting price and, as I wanted it to be the point of interest on the wall, I opted for the largest available size: 50cm x70cm. I took off the glass and used it as a palette, desk base, among other things. And then I used that plywood board that usually stays behind the back of the frames to transforme it on a chalkboard. In the first place, I rubbed it with painter’s sandpaper for a bit so that it gets as soft as possible to receive the paint. Then I painted it with three coats of chalkboard paint available in several craft stores. Finally, after letting the board dry completely, I applied a layer of chalk, a process called “seasoning” that aims to infuse the board with this chalk powder so that after erasing it, it looks like an old chalkboard.
And finally I gave wings to my imagination to write in my new chalkboard! Also, it matches perfectly my Tide Pool scented cushions that I used to give a little scent to the drawers from my guest room.

What is interesting about these chalkboards for guest rooms is that we can adapt what we write to the people we are going to host so that they feel especially welcome. But when I do not have guests, the phrase that is usually written is “Be our guest!”, The famous song sung by Lumière, the chandelier from Disney’s “Beauty and the Beast”, the one that is my absolute favorite of all the Disney animated films!

Note: By the way, I must confess that the live-action film was a disappointment to me on several levels. For example, although I really reeeeeally like Emma Watson’s work, I do not think it was the perfect choice for Belle… at all.
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My wip foxy quilt update and a tutorial for HST blocks that will blow your mind!

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No mês passado comecei a fazer um novo quilt para mim! É um quilt de HST com algumas raposas à mistura e desta vez venho mostrar-vos os meus progressos.
Neste momento já cortei 60 quadrados de 10 in de lado: 30 em diferentes padrões que podem ver aqui e outros 30 em tecido branco. Depois apliquei um método de corte inovador para que, de cada par de quadrados de tecidos de padrão/branco conseguir fazer 4 blocos de HSQ com apenas alguns passos. Foi uma grande descoberta para mim pelo que vos deixo aqui um tutorial!

 

Last month I started making a new quilt for myself! It’s an HST quilt with some foxes in the mix and this time I’ll show you my progresses over time.
At this point I have already cut 60 squares of 10 in side: 30 in different fabric patterns (that you can see here) and another 30 in plain white fabric. Then I applied an innovative cutting method so that from each pair of standard/white fabric squares I could make 4 blocks of HSQ within just a few steps. It was a great discovery for me so I leave here the tutorial for you to follow!

 

A estratégia é muito simples. Depois de cortar os quadrados de 10in, sobreponho dois: um de tecido branco e outro de tecido com padrão, direito com direito.

 

The strategy is very simple. After cutting the 10in squares, I join two squares: one of white fabric and one of fabric with pattern, right sides together.

 

Depois coso a toda a volta a 1/4in da margem.

 

Then I stitch all the way around with a 1/4in seam allowance.

 

Com o cortador rotativo e uma régua, corto pelas duas diagonais e já está! Basta pressionar as costuras e abrir. Tenho num ápice 4 blocos prontos. Agora já só me faltam fazer mais 116…!

 

With the rotary cutter and a ruler, cut through the two diagonals and that’s it! Just press the seams and open the blocks. I have 4 blocks on just a minute or so. Now I only have to do 116 more! Not bad!

 

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