From gouache to watercolour painting

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Lembram-se deste post?
A minha experiência com o guache foi fascinante. Não creio que o utilize em todos os casos. Para já, continuo a sentir que a aguarela e o óleo são as minhas favoritas, muito embora a aguarela seja um grande desafio para mim. Contudo, compreendi que gosto de trabalhar o guache em determinadas situações e creio que para ilustradores possa ser uma experiência muito enriquecedora. Estudos, tecnicas de sobreposição de manchas, ilustração com aspecto de serigrafia… o guache pode ser tão ou mais interessante do que eu imaginei!

Logo depois chegou o momento de trabalhar a aguarela. E foi aqui que a descoberta foi “diferente”. Para variar, com a aguarela, não estava à espera de outra coisa… só não sabia exactamente o que esperar. Eu já conhecia algumas técnicas pelo que, de início fiquei algo desapontada com o que estava a aprender. Claramente eu estava mais ciente em relação aos meus colegas já que o meu conhecimento prévio era um pouco maior. E vê-los progredir era fascinante. Olhar para os seus trabalhos e ver nas suas caras a expressão da descoberta foi, só por si, uma grande experiência. Mas e eu? Durante algum tempo não me vi a caminhar ao mesmo ritmo, muito embora tenha descoberto novas formas de pintar, novas técnicas. Ora, a certa altura eu estava com menos tempo para pintar e algo desmotivada. Eu queria mais mas não estava a ter os momentos de dedicação que o justificassem.

Ora, numa tarde chuvosa de sábado, esbocei uma série de exercícios, peguei no meu material e fui pintar para um café. Passei uma tarde inteira entre café, aguarelas, podcasts e torradas com compota. Depois de passar quase três horas a pintar percebi os progressos que tinha feito naquele bocadinho: nunca antes tinha pensado que, por vezes é preciso um tempo de aquecimento, uma determinação para várias horas, um ambiente livre e uma boa luz para detectarmos progressos. Não me interpretem mal, mas a verdade é que, por vezes, o período de aula não é paciente connosco, é demasiado consciente, algo condescendente connosco… Confronta-nos. Aquela experiência mostrou-me que, depois do conhecimento básico, da primeira descoberta, é preciso predispormo-nos para saber mais. E, correndo o risco que vos desiludir com aquilo que parece um velho cliché, a única coisa que podemos fazer para evoluir é pintar, pintar, pintar. Não ficar com a dúvida da peça anterior e testá-la na seguinte, minutos depois. Não deixar que arrefeça a dúvida no espaço qua vai entre pintar um e outro quadro. Ao longo de uma sessão de trabalho, a mente vai trabalhando sozinha. O processo não é tão consciente quanto uma metódica como eu gostaria mas a dúvida nunca deve existir.

Do you remember this post?
My experience with gouache was fascinating. I don’t think I’ll use it in many cases. For now, I still feel that watercolor and oil are my favorites, even though  watercolor is a big challenge for me. However, I understood that I enjoy working gouache in certain situations and I believe that for illustrators it can be a very interesting experience. Studies, overlapping layers, illustrations imitating serigraphy… the options are endless and gouache can be so much more interesting than I imagined!

Soon after, it was time to work with watercolour. And it was in that moment that my discoveries were of a very “different” kind. As usual, with the watercolour, I was not expecting anything else… I just did not know exactly what to expect! I already knew some techniques from the work I have done before so, at first I was somewhat disappointed with what I was learning. Clearly I was at least a little more aware of the technique than my colleagues since my prior knowledge was slightly bigger. And watching them progress was fascinating. Looking at their work and seeing in their faces the expression of discovery was, by itself, a great experience. But what about me? For some time I did not see myself walking at the same pace, even though I discovered new ways of painting, new techniques. Well, this was one thing. The other thing was that, at one point I had less time to paint. I wanted more but I was not having the moments of dedication that justified my demand.

So, on a rainy Saturday afternoon, I sketched a series of exercises, took my stuff and went to paint to a coffee shop. I spent the entire afternoon immersed in coffee, watercolours, podcasts and toast with jam. After spending almost three hours painting I realized the progress I had made: first of all I had never before thought that sometimes it takes a warm-up time to make it work, a determination or openness for several hours of dedication, a free environment and a good light to detect progress. Don’t get me wrong: the truth is that sometimes the class period is not patient with us, is too conscious, somewhat condescending with us… it confront us. That makes it necessary to work at home. That experience showed me that, after the basic knowledge, the first discovery, we must be inclined, predisposed to know more. And, taking the risk of disappointing you with what looks like an old cliche, the only thing we can do to evolve from that point on is to paint, paint, paint. Do not forget the doubts about your last piece and try them on the next, minutes later. Do not let them cool in the space that goes between paintings. Throughout a work session, the mind works by itself, all alone, no control. The process is not as conscious as a methodical one as I would like but the doubt must never exist.

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Low plastic challenge: eight more swaps!

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Venho novamente escrever sobre o meu desafio de baixo impacto em plástico para 2019! Já vos falei de sete alterações que introduzi nos primeiros meses do ano e venho hoje falar-vos de mais oito!

 

Desodorizante: Aqui está um tema que pode fazer desistir muitos de nós. Não é assim tão fácil encontrar uma alternativa de desodorizante sem plástico, saudável e eficaz. Das duas uma: ou encontramos uma marca que esteja adaptada à nossa pele em embalagem de papel ou cortiça, ou temos de fazer o nosso próprio desodorizante, e mesmo assim não resultar. Há ainda quem use a pedra de alumen, mas claramente esta também não é uma opção para a generalidade. Quem faz esta alteração queixa-se que o período de adaptação não é fácil por isso eu comecei pela primeira solução: procurar uma opção não caseira, com boas revisões mas com embalagem de papel, para ver como resultava. E muito embora os corpos sejam todos muito diferentes eu posso dizer que não há motivo para ter medo. Estou muito muito contente com o meu novo desodorizante: para além de não ter mais do que elementos naturais e não ter alumínio, não deixa resíduos nem qualquer cheiro, a não ser um maravilhoso cheiro a lima. É uma opção mais cara, é certo, mas já provou durar pelo menos o dobro de um desodorizante normal!

 

Desmaquilhante: Confesso que esta opção entrou com timidez antes da minha revolução sem plástico, mas hoje é uma escolha óbvia. Infelizmente tenho de ter alguns cuidados na utilização de sabões ou agentes desidratantes na minha pele e muito embora estivesse a usar opções ajustadas ao meu tipo de pele, sentia a pele a ressecar mais do que o confortável. E no que diz respeito à pele, desconfortável nunca é bom. Portanto comecei a usar óleos vegetais como desmaquilhante. Não é, de certo, uma opção para todos os tipos de pele mas é, de longe, o melhor desmaquilhante/agente de limpeza de pele que já utilizei. A grande vantagem é que vem em frasco escuro de vidro que eu posso reutilizar facilmente ou obter um desconto na devolução para compra de uma nova unidade.

 

Discos desmaquilhantes: Eu usava os habituais discos descartáveis de algodão, embalados em plástico mas talvez pela conjugação dos agentes de limpeza e a eficiencia dos próprios discos, acabava por ter de usar dois ou três discos para que a minha pele ficasse mesmo limpa. Comprei alguns discos desmaquilhantes resutilizáveis de algodão orgânico que funcionam 1000 vezes melhor! E mais do que tudo, só preciso de usar um! Lavo-os dentro de um saco de rede junto das toalhas de banho, a uma temnperatura mais alta que retira todos os vestígios de sujidade. Para já só tenho os suficientes para uma semana porque tenho a certeza de que vou, como sempre, aventurar-me a fazer os meus!

 

Tónico: Por causa do meu tipo de pele, o uso de agua termal é quase um imperativo. Acreditem ou não mas para mim é o melhor tónico! Contudo, na tentativa de substituir este produto por um tónico de embalagem sem elementos de plástico redescubri a água de rosas do tempo das nossas avós. Mais uma vez vem em embalagem de vidro que já posso reutulizar ou devolver descontando a tara na próxima compra.

 

Hidratante: Contra os conselhos dos dermatologiastas que preferem os produtos oil free, estou progressivamente a substituir os cremes hidratantes por óleos vegetais. É uma opção polémica, muito polémica. E para já ainda estou a euilibrá-la com o meu hidratante habitual já que tem propriedades especificas para as caracteristicas da minha pele e às quais ainda não posso fugir completamente. A verdade é que, mais uma vez, consegui diminuir as embalagens de plástico (apesar de não ter abolido o meu creme hidratante totalmente, uso-o em muito menor quantidade) e devolver o frasco de vidro vazio como tara, para ser reutilizado.

 

Shampoo seco: Ora aqui está algo que eu não usava de todo e passei a usar! O balanço, contudo é positivo: continua a haver uma menor quantidade de produts na minha gaveta do que antes. Contudo, esta introdução tem motivações ambientais que vão para além da diminuição do plástico, a diminuição da água dos banhos. O shampoo seco permitiu-me espaçar as lavagens do cabelo já que a produção de gorduras naturais está muito associada aos habtos: quanto mais a retiramos, mais a estimulamos. Por isso, no decurso de alguns meses eu consegui espaçar as lavagens com a ajuda de um shampoo seco que eu fiz em casa, num frasco de vidro, usando ingredientes naturais.

 

Pasta de dentes: Eu já não estava contente com as pastas de dentes há algum tempo. Muito menos com as branqueadoras que incluiam microesféras de plástico. E mesmo quando experimentava dentríficos especializados, ficava bastante desiludida. Não acredito que seja só eu a achar que as pastas de dentes são doces, deixam resíduos na boca e que têm um efeito a curto prazo. Nesta aventura de procurar uma opção sem plástico aventurei-me na pasta dentífrica couto que, além de vir em embalagem de metal (que é biodegradável e altamente reutilizável) também é vegan e deixa a boca devidamente limpa sem fazer uma quantidade de espuma exagerada (o que nas pastas de dentes normais é um agente enganador e altamente prejudicial à saude). Melhor ainda é que a compro a menos de metade do preço de uma qualquer opção em embalagem de plástico! Há quem diga que o bicarbonato de sódio pode ser bastante abrasivo para os dentes mas eu sinto que agora não preciso de uma escovagem tão profunda e acho que um enxaguar cuidado retira qualquer resíduo que tenha tendência a actuar por demasiado tempo. Conciendência ou não, estou com menos sensibilidade do que antes. Não sinto que seja a minha opção final já que existem uma série de opções mais orgânicas e até feitas em casa que eu quero muito experimentar!

 

Escova de dentes: Não podia deixar de falar das famosas escovas de dentes de bamboo. Confesso: resisti em introduzí-las porque não fazia muito sentido para mim ter uma escova de dentes em madeira com cerdas de plástico e que constituíam microplásticos primários! Até que encontrei finalemente opções ao mesmo preço com cerdas biodegradáveis. São escovas caras, é certo. Custa um bocado dar este valor porque elas não duram mais do que as escovas de dentes comuns. Mas meu pensamento voltou-se então para o valor das restantes opções em que estou a poupar. No balanço final, mesmo com as escovas de bamboo, não gasto mais com estas opções. Penso que é assim a forma correcta de pensar: no “bolo” final em prol da coerência.

 

Em conjunto com os sete swaps que já tinha introduzido antes, até hoje já consegui introduzir 15 opções sem plástico no meu desagio de 52! A bom caminho para conseguir 22 até ao dia 22 de Abril, o maior dia de todos, o dia da Terra!

 

 

I am writing again about my low impact plastic challenge for 2019! I have already told you about seven swaps that I introduced in the first months of the year and I am now writing about eight new swaps today!

 

Deodorant: Here is a theme that can make anyone giving up to the challenge. It is not so easy to find an alternative deodorant that uses no plastic, that is healthy and effective. Either we find a brand that is adapted to our skin in paper or cork packaging, or we have to make our own deodorant, and it still may not work. There are still those who use the alumen stone, but clearly this is not an option for all of us. Whoever makes this swap complains that the adaptation period is not easy so I started with the first solution: look for a non-homemade option, with good reviews but with paper packaging, to see how it turned out. And although our bodies are all very different, I can say that there is no reason to be afraid. I am very very happy with my new deodorant: besides not having more than natural elements and not having aluminum, it leaves no residue or any bad smell, just a wonderful smell of lime (which was the smell I chose to buy). It’s a more expensive option, that’s for sure, but it’s already proven to last at least twice as much as a normal deodorant!

 

Make-up remover: I confess that this option came shy and way before my revolution without plastic, but today is an obvious choice. Unfortunately I have to be careful about using soaps or dehydrating agents on my skin and even though I was using options that fit my skin type, I felt my skin getting dry and uncomfortable. And as far as our skin is concerned, uncomfortable is never good. So I started using vegetable oils as a make-up remover. It is certainly not an option for all skin types but it is by far the best make-up/ cleansing agent I have ever used. The great advantage is that oils comes in a dark glass bottle which I can easily reuse or get a discount on the return for my next purchase.

 

Cleansing cotton rounds: I used the usual disposable cotton rounds, packaged in plastic but, perhaps because of the combination of the cleaning agents and the efficiency of the round itself, I ended up using two or three rounds to clean my skin. I bought some organic cotton re-usable make-up disks that work 1000 times better! And most of all, I just need to use one! I wash them in a mesh bag next to the bath towels, at a higher temperature that removes all traces of dirt. For now I only have enough for a week because I am sure that I will, as always, do my own cotton rounds!

 

Tonic: Because of my skin type, the use of thermal water or a tonic is almost imperative. Believe it or not but for me, thermal water is the best tonic! However, in trying to replace this product with a tonic without plastic packaging, I rediscovered the rose water of our grandmothers’ age. Again it comes in glass packaging that I can reuse or return.

 

Moisturizing: Against the advice of dermatologists who prefer oil-free products, I am progressively replacing moisturizing creams with vegetable oils, non comedogenic oils, for sure. It is a controversial option, very controversial. And for now I’m balancing it with my usual moisturizer since it has specific treatment properties that I still can not let it go yet, non until I understand which oil is the best for my reactive and hypersensitive skin. The truth is that, once again, I managed to reduce the plastic packaging (although I did not completely abolish my moisturizing cream, I use it in a much smaller quantity) and I do return the empty glass bottle to be reused.

 

Dry shampoo: Now here’s something that is not s swap: I did not use at all and now I start using it! The balance, however, is positive: there are still fewer products in my drawer than before. However, this choice has environmental motivations that go beyond the plastic downsizing: the decrease of water use. The dry shampoo allowed me to space the hair washes. Actually the production of natural hair oils is very associated with the habits: the more we remove it, the more we stimulate it. So in the course of a few months I was able to space the washes with the help of a dry shampoo I made at home in a glass jar using natural ingredients I found on my pantry. No purchases, no plastic containers.

 

Toothpaste: I was not happy with any toothpaste for some time now. Specially with the ones that include plastic microspheres (who invented that?). And even when I experimented with specialized toothpastes, I was quite disappointed. I know I am not the only one thinking that toothpaste is to sweet, leaves residue in the mouth and has a short-term effect. In this adventure of looking for an option without plastic I ventured into a Portuguese ancient toothpaste which, in addition to coming in metal packaging (which is biodegradable and highly recyclable), is also vegan and leaves the mouth properly cleaned without making an exaggerated amount of foam, which in a “normal” toothpaste is a deceptive and highly harmful agent). In addition I buy it at less than half the price of any specialized plastic packaging toothpaste! It does contain backing soda and there are those who say that baking soda can be quite abrasive but I feel like I do not need such deep brushing now and I think a careful rinse removes any residue that has a tendency to act for too long. Coincidence or not, I’m much less sensitive than before. However, I do not feel this is my final choice as there are a lot of more organic and even home-made options that I really want to try!

 

Toothbrush: I could not end this post without talking about the famous bamboo toothbrushes. I confess: I resisted introducing them because it did not make much sense for me to have a wooden toothbrush with plastic bristles and that constitute primary microplastics! Until I finally found options at the same price with biodegradable bristles I didn’t make the swap. They’re expensive brushes, that’s for sure. They cost a bit and it’s hard to pay a high price for it since they last no more than ordinary toothbrushes. But my thoughts then turned to the price of the other options in which I’m saving. In the end, as a whole, even with the bamboo brushes, I do not spend more with these options. I think that is the way to think.

 

Together with the seven swaps I had introduced before, I have already been able to introduce 15 options without plastic in my challenge of 52 at the end of 2019! I think I am on the right trail to get 22 swaps until April 22, the biggest day of all, the Earth Day!

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My Zero Plastic Snacks workshop!

 

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O meu último workshop foi sobre Snacks Zero Plástico para levar para todo o lado! Para algumas das formandas a questão dos plásticos era um assunto recente pelo que acabei por esclarecer uma série de dúvidas e fazer uma montanha de sugestões para colocar em prática em vários aspectos da nossa vida.

Contudo, foi unânime que o hábito de comprar snacks ou levar para o trabalho opções embaladas é uma prática enraizada na nossa cultura. Quer crianças como adultos já praticamente deixaram de levar um lanche saudável, típico da nossa infância. Na verdade, como expliquei, quase todas as opções feitas em casa podem ser opções sem plástico caso sejamos conscientes na compra dos ingredientes (opções a granel ou em embalagem de papel) e na embalagem que criamos para os resultados das nossas receitas!

Por isso apresentei três receitas, entre elas as minhas barritas de cereais, feitas com ingredientes que são possíveis de encontrar sem embalagem de plástico, rápidas, saborosas e muito saudáveis.

Por fim, depois de provarmos tudo o que fizemos, ainda sugeri e ensinei uma série de opções para embalagem sem recurso a plástico que se revelaram muito divertidas!

Na próxima semana tenho mais 8 alterações para vos apresentar do meu desafio de baixo impacto em plástico de 2019!

 

My last workshop was about Zero Plastic Snacks to take everywhere! For some of the participants the issue about plastics was a recent issue so I ended up clarifying a several doubts and making a ton of suggestions to put into practice in various aspects of our life.

However, it was unanimous that the habit of buying snacks or taking from home packed snacks options is a practice that is rooted in our culture. Both children and adults practically stopped having a healthy snack, typical of our childhood. In fact, as I explained, almost all homemade choices can be plastic-free options if we are aware of it while we are buying the ingredients (bulk or paper packaging options) and making the packaging for the results of our recipes!

I presented three recipes, including my cereal bars, made with ingredients that are possible to find without plastic packaging, that are fast to make, tasty and very healthy.

Finally, after tasting everything we did, I also suggested and taught a number of plastic-free packaging options that turned out to be so so fun to make!

Next week I will present 8 more swaps of my low plastic impact challenge of 2019!

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Low plastic snacks for the everyday

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A propósito da minha nova aventura de redução do plástico, a MyNinho convidou-me para fazer mais um workshop, e desta vez, sobre Snacks Zero Plástico: snacks para levar para todo o lado, sem embalagem de plástico.

Entre as receitas que vou ensinar estão os segredos das minhas saborosas barritas de cereais e frutos secos! Uma grande vantagem das opções sem plástico é que nos permite controlar melhor as quantidades que ingerimos adaptando-as ao nosso organismo, escolher os ingredientes que queremos usar e ser conscientes sobre a sua embalagem, evitando o plástico e obrigando-nos a ser criativos.

Vem partilhar connosco as receitas, as ideias de embalagem e formas de tornar mais atraentes os snacks saudáveis para nos e para o ambiente.

O workshop será no próximo dia 23 de fevereiro no MyNinho e as inscrições já estão abertas!

With my new adventure of reducing plastic in mind, MyNinho invited me to do another workshop, and this time I will share everything about Zero Plastic Snacks: snacks to take everywhere, without plastic packaging.

Among the recipes I am going to teach are all the secrets of my tasty cereal and nut bars! A great advantage of the options without plastic is that it allows us to better control the quantities that we ingest by adapting them to our organism, to choose the ingredients that we want to use and to be conscious about its packaging, avoiding the plastic and forcing us to be creative.
Come share with us the recipes, packaging ideas and ways to make healthy snacks more appealing to us and the environment.
The workshop will be on February 23 at MyNinho and the registrations are now open!
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